7 Passos para ter Sucesso no seu Empreendimento com Drones

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Quando se fala sobre empreender com drones, geralmente encontramos conteúdos com foco no que compõe o conjunto operacional da tecnologia. O que fazer? Como fazer? Quais equipamentos usar? Quais as áreas em potencial? São muitas as perguntas…  A inteligência embarcada dos VANTs, que ao passar dos anos vem evoluindo e tornando-se uma tecnologia confiável para uso civil, ganhou força para variadas aplicações e propicia estímulos à pesquisas para desenvolvimento de novas aplicações e funcionalidades.

De acordo com um estudo publicado no início de 2017 pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Inovação e Comércio Exterior), no início do 2014 a Transnacional (TNI – Transnational Institute) informou que mais de € 315 milhões foram gastos durante aquele ano no financiamento de pesquisas pela União Européia sobre a tecnologia embarcada nos drones. No Brasil, a FINEP é a principal financiadora de projetos de desenvolvimento de VANT do país. Entre as empresas beneficiadas estão Girofly, AGX, Flight Technologies e Xmobots.

Então, se você pretende se inserir e deseja sobressair em um negócio com drones, não basta apenas entender o mercado da tecnologia embarcada nessas máquinas voadoras, mas do empreendedorismo em si, pois é um dos principais requisitos para te colocar no caminho do sucesso com muita solidez.

Para estes 7 passos, vamos expor estratégias de atuação baseadas em orientações contidas nos estudos da Global Entreoreneurship Monitor (GEDI), que consiste em um Estudo Global organizado pela Babson College desde 2012 e é um índice anual que mede a saúde dos ecossistemas de empreendedorismo em cada um dos 137 países que compõem o ranking, e entre eles está o Brasil que no penúltimo relatório  ocupou a 92ª posição e no mais recente caiu para a 98ª.

Contrastando com essas amargas posições, ainda assim o Brasil é apontado como o 3º país mais empreendedor do mundo. Conforme pesquisas dos últimos anos feitas pela Approved Index em parceria com o SEBRAE, 1 em cada 4 Brasileiros investem em um negócio próprio. Conforme o estudo, o cenário de desemprego e economia fraca estimulam profissionais criativos e sonhadores para obterem lucro e gerarem empregos.

No entanto, a comparação entre esses dois rankings nos mostra que apesar dos altos níveis de empreendedorismo, ainda há deficiências que devem ser supridas ou solucionadas a fim de se aumentar a saúde dos investimentos.

Então vamos lá:

1º PASSO – CONHECIMENTO

Um dos índices analisados pelo GEDI é o comportamento dos indivíduos com respeito a criação e gerenciamento de novos negócios. Nota-se que a saúde desse ecossistema tem relação direta com as deficiências no conhecimento e preparo para iniciar em determinado ramo de negócios. Se você se interessa em ganhar dinheiro com drones, sem dúvida alguma é essencial conhecer e entender o mercado e suas particularidades. Seu primeiro investimento deve ser em tempo para conhecimento e somente então você será capaz de identificar suas áreas de interesse e planejar sua atuação.

2º PASSO – PLANEJAMENTO

Os insucessos nos empreendimentos são os principais números que determinam nosso posicionamento em um ranking de saúde de negócios. Assim como o surgimento de novas empresas é grande, o desaparecimento acompanha quase que lado a lado a este ponto. O planejamento do seu negócio baseado no conhecimento sobre o mercado, dita se a sua proposta é forte ou frágil. Estamos falando de um mercado novo, em processo de regulamentação, formado por expectativas e com um caminho pela frente para consolidar aplicações viáveis e legais e excluir operações classificadas como riscos. Essas classificações podem prejudicar ou eliminar totalmente a sua proposta de negócio. Por isso, se preparar e planejar te dará a segurança para apostar e se readequar às mudanças do mercado.

3º PASSO – INOVAÇÃO

Em uma das pesquisas da GEDI, o perfil do empreendedor brasileiro foi apontado como de baixa inovação, após apenas 22% dos empresários considerarem seu produto inovador. O Relatório ainda aconselha que 80% dos esforços devam ser direcionados para o fomento à inovação, focando no desenvolvimento de novos produtos e serviços e na internacionalização de empresas. Não é porque a tecnologia é inovadora que o seu produto será inovador. Desenvolver um produto com reais benefícios ao consumidor final, com base nos potenciais de mercado e nas legalizações para o uso da tecnologia formarão o conjunto das suas vantagens competitivas diante do cenário.

4º PASSO – O SONHO GRANDE

Segundo os pesquisadores do GEDI, apenas 11% dos novos empreendedores têm sonho grande e planejam contratar mais de 5 funcionários nos próximos 5 anos (no chile são 43%). Os baixos objetivos, seguidos de baixos investimentos em conhecimento, inovação, planejamento e programação para investimento, limitam a visão empreendedora e tornam os riscos de fracassos ainda maiores. Este é um mercado avaliado em 127 bilhões de dólares, conforme estudo da PwC e cases de sucesso com investimentos iniciais limitados supridos por elevados esforços, comprovam que sobressair é uma questão de estabelecer e cumprir metas.

5º PASSO – ÉTICA E RESPONSABILIDADE

Respeite a tecnologia e as normas legais que a regem, pois a linha entre os benefícios e malefícios pode ser tênue quando não se tem consciência dos riscos que um drone pode trazer quando aplicado de forma inadequada ou irresponsável. O mercado se fortalece a cada dia para limitar e excluir aqueles que não representam produto de valor e segurança à sociedade e quando falamos de mercado incluímos em primeiro lugar o cliente.

6º PASSO – ACELERANDO

Com a crescente dos potenciais de negócio em meio a um mercado já valorizado, o surgimento de investidores é natural e já é real no ramo de drones. Em alguns casos eles não procuram participar ativamente das atividades da empresa, mas apenas aplicar seu investimento em um negócio com lucratividade.

7º PASSO – FAÇA NETWORK

Sair do seu campo de visão é essencial para enxergar o todo. Network fortalece seus conhecimentos, estimula parcerias comerciais e encurta caminhos através do benchmarking, onde a troca de experiências pode contribuir para boas escolhas baseadas em situações já vivenciadas pelo outro. O drone, em muitas aplicações, é apenas uma ferramenta complementar e em alguns casos você precisará de profissionais ou estruturas de outras áreas para dar maior eficiência e qualidade às suas operações. Comunique-se, Conecte-se e Realize.

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Adriana Guedini

Adriana Guedini é graduada em Administração de Empresas, pós-graduanda em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e com Certificação Profissional ANBIMA - Série 10 (CPA-10) para atuação em Mercado Financeiro e de Investimentos. Sua trajetória profissional é pautada por um histórico empreendedor e de destaque em multinacionais e empresas de grande porte nacionais. Nestas, atuou nas áreas de Finanças, Comercial e Recursos Humanos, adquirindo experiência e know-how em inovação e gestão de negócios. Aqui no IntoDrones tem o objetivo de produzir e compartilhar conteúdos sobre o mercado de drones e de áreas relacionadas para conscientização, estímulo e conhecimento geral, as quais fomentam o desenvolvimento dos setores.
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